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sexta-feira, julho 30, 2004

Balanço, Parte II 

A dois dias de partir para as minhas tão merecidas férias, e depois de ter já prontas as minhas duas malas, deixo aqui ficar algumas ideias, também elas em jeito de balanço, seguindo as que o Ricardo expôs no post anterior. Aproveito para saudar o Sérgio e que o seu regresso a este nosso/vosso Diário, seja para continuar por muito tempo.

Neste Diário nós denunciámos muita coisa; muitas irregularidades, outras tantas ilegalidades, abusos de poder, formas ardilosas que alguém engendrou para gerir uma empresa, mantendo-a sempre no limiar da falência. Três meses passaram e o que foi que mudou? Pouco, ou nada. Nós continuamos a nossa vida; os grandes continuam a deles e as nossas denúncias, parece-me, caíram no esquecimento. Mas como, quem espera sempre alcança, nós cá vamos aguardando e esperando que alguém faça alguma coisa.

Recuo agora, uns meses no tempo. E viajo até à semana em que nós fomos despedidos. Nessa semana, a directora d' "O Primeiro de Janeiro", Nassalete Miranda, deu uma entrevista ao Diário de Notícias, em que desmentia terem sido despedidos jornalistas do jornal que dirigia. Era verdade; nós não éramos seus subordinados. Éramos subordinados do director de Publicações Especiais, José Freitas. O problema é que a entrevista foi dada sem o conhecimento, melhor dizendo, consentimento, do presidente do conselho de administração, Eduardo Costa. E logo no dia a seguir, EC marcou uma reunião com os "seus escravos" onde criticou e repudiou a atitude da directora. Se o fez directamente a ela, só ele o saberá.

É assim que se passam as coisas, ali dentro. Tudo tem que ser feito de modo a que toda a gente fique feliz. Feliz, neste caso, quer dizer, encher os bolsos do Sr. José Freitas (como me custa escrever este nome) e os do Sr. Eduardo Costa. Os entrevistados, naquele departamento, são apelidados de clientes e não de entrevistados; e, por sua vez, sempre que um contrato é assinado por um vendedor, vem logo outro dizer: "Então, enganaste mais um?". A este respeito, transcrevo aqui parte de uma pergunta que nos foi enviada por e-mail: "Diz-me uma coisa, dizes que trabalhavas como jornalista e não como angariador de publicidade, mas esses suplementos pelo que sei não passam de promoções a empresas e outras instituições?". Dizer o quê? É a mais pura das verdades.

Isto faz-me voltar àquele assunto que já tinha sido enterrado: o de sermos jornalistas ou o de sermos Jornalistas. E, mais uma vez, aqui fica um esclarecimento (espero que o último). Nós fomos contratados como Jornalistas, éramos apresentados como sendo Jornalistas e éramos nós que fazíamos as entrevistas e as fotografias. E, por fim, éramos nós que fazíamos a "reportagem", como tão bem os vendedores faziam questão de dizer. E, o que praticávamos, segundo as palavras do sr. Eduardo Costa, era "um jornalismo comercial, muito em voga nos outros países europeus".

No meio disto tudo, espanta-me ver/ler aqui comentários de alguns Jornalistas que trabalhavam na redacção do PJ. Primeiro, a Carla, agora o Pedro. No início, as nossas instalações distavam das deles, apenas dois vãos de escadas. Conheciamo-nos, quanto mais não fosse de vista, de tomarmos café juntos no "Café da Manela" ou em alguns jantares que o EC fazia questão em nos convidar (entenda-se, intimar). Todos eles sabiam quem nós éramos e que tipo de trabalho fazíamos. As reservas de páginas e de suplementos passavam pelas mãos da directora e dos editores. E, imagino as piadas e os comentários que eles não faziam, quando viam que um novo trabalho nosso iria ser publicado.
Bocas e piadas? Muitas e muitas vezes. Sempre que atravessávamos o "seu espaço", lá vinha um que se atrevia a dizer: "e andam aqui estes comerciais a estorvar quem trabalha". Esqueciam-se é que, era graças a estes "comerciais" que eles recebiam os seus ordenados no final do mês.

Para terminar, e porque este post já está um pouco longo, quero apenas reafirmar aquilo que já disse aqui milhentas de vezes: nós não começámos esta guerra, mas vamos lutar para a ganhar. Não vai ser fácil, neste país, meia dúzia de "pobres coitados" insurgirem-se contra o "império" do sr. Eduardo Costa. Mas, com o tempo, com a ajuda de alguns/muitos anónimos que nos vão passando informações, e com a ajuda da justiça deste país, nós vamos conseguir vence-los.

Para além disso, temos já assegurados alguns posts de outros colegas jornalistas que nos contactaram no sentido de, também eles, aqui poderem denunciar as ilegalidades/irregularidades que são cometidas noutros jornais e rádios nacionais. Tudo isso será colocado, aqui, depois das férias.
Pela minha parte, até Setembro e que tenham, todos vocês, umas óptimas férias.

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quinta-feira, julho 29, 2004

Fantasma...ou talvez não!.... 

Ufa... há muito tempo que não tinha oportunidade de escrever neste espaço...pelo menos desde 23 de Abril deste ano( mais coisa, menos coisa...). Apesar da minha impossibilidade temporária (espera-se) de participar activamente no blog que eu próprio criei, tenho estado bastante ciente de todos os assuntos que rodeiam este nosso/vosso espaço, tendo chegado à conclusão de que, três meses depois, valeu a pena. E voltaria a fazer tudo novamente. Cresci a ouvir frases como "A luta continua..." e "Hasta la vitória, siempre!", e sempre acreditei que, no fundo, existia uma pontinha de verdade por detrás da camada insoburdinada que estas palavras parecem ter. E continuo a acreditar...
Por isso, espero que dentro de algumas semanas, alguém aprenda a lição... e se tudo correr bem, não seremos nós e terá valido a pena lutar pelos nossos ideais, por muito estapafúrdio que possa parecer a alguns...
 

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Balanço 

Normalmente, os balanços são feitos em datas importantes: finais de ano, aniversários, etc. No entanto, agora que as férias se aproximam, parece-me pertinente fazer um balanço do que tem sido, nos seus quase quatro meses de existência, o "Diário de um Jornalista".
O Diário foi uma ideia do Sérgio Moreira. Originalmente, seria um espaço conhecido de apenas umas quantas pessoas. O objectivo, portanto, não era denunciar nada. Era antes brincar com situações que ocorriam no Departamento de Publicações Especiais do "O Primeiro de Janeiro", uma espécie de (passe o exagero) experiência catártica face ao que, todos os dias, os jornalistas desse departamento tinham que suportar por parte de alguns cromos.
Recordo-me que da primeira vez que vi o blog - já este existia há mais de uma semana - achei que tinha muita piada, e era extremamente original. Assim, quando me convidaram para escrever aqui, aceitei de imediato, com grande entusiasmo.
Logo de início me deparei com uma questão: sobre o que iria eu escrever, uma vez que já me tinha despedido do "Janeiro" há quase um ano? Era certo que não poderia fazer um diário, à imagem do que os meus colegas iam fazendo. Assim, optei por escrever sobre situações caricatas que eu tinha vivido durante os nove meses em que ali trabalhei. Foi o que fiz nos primeiros posts.
No entanto, nessa altura, duas coisas vieram alterar o que o "Diário" era. A primeira foi o número de comentários que este começou a ter. Esse número era uma espécie de barómetro que permitia avaliar a visibilidade do blog. Conforme referi, no início existia a ideia de que este blog iria funcionar em "circuito fechado" (algo que acontece à esmagadora maioria dos blogs), e os comentários faziam perceber que não era isso o que sucedia. Foi assim que me apercebi que o "Diário" poderia servir para, não apenas relatar as peripécias do dia a dia do "Janeiro" (algo que os meus colegas faziam bastante bem), mas também para denunciar situações ilegais, aburdas num país que se quer moderno, que nesse matutino haviam ocorrido. Percebi-o e tentei que os meus posts tivessem esse papel.
O segundo acontecimento que alterou o "Diário" foi o debate que este começou a suscitar na blogosfera, principalmente em blogs dedicados ao jornalismo. Foi aí, por intermédio do António Granado, que se iniciou a célebre discussão "É jornalismo/Não é jornalismo", discussão da qual, pelos vistos, ainda hoje podemos encontrar vestígios. Não deixa de ser sintomático que sejam aqueles que advogam o "Não é jornalismo" que continuem, com os seus comentários e emails, a tentar puxar essa mesma discussão. Para esse peditório já dei o que tinha a dar. Já muitas vezes afirmei que essa era uma questão acessória, que o que realmente contava eram os abusos e as ilegalidades perpretados sobre pessoas, fossem elas jornalistas ou "jornalistas". Para todas essas mentes iluminadas, deixo aqui uma citação de Albert Camus, nos seus Carnets: "Intelectuais do progresso. Eles fazem o tricô da dialéctica. A cada cabeça que cai, eles apanham as malhas das reflexões rasgadas pelos factos". Enquanto mais e mais pessoas vêm os seus direitos laborais continuamente violados, existe quem se preocupe com questões de "agulha e dedal". Enfim...
Esse debate, como é evidente, trouxe ainda maior visibilidade ao "Diário". Uma vez mais, achei que essa visibilidade devia ser aproveitada para denunciar o que estava errado. Passamos grande parte das nossas vidas a sentir que existem intocáveis, que estamos condenados a falar para o vazio e que, assim, não faz sentido falar. De repente, percebemos que não estamos a falar para o vazio, que existe quem nos ouça (neste caso, leia). Então, outra coisa faria sentido que não fosse denunciar? Para mim, não.
No entanto, nessa altura existia ainda uma questão que tinha que ponderar: os meus colegas ainda não tinham sido descobertos (nem, portanto, despedidos) e, consequentemente, importava não escrever nada que os pudesse comprometer. Ou seja, importava não mencionar nomes, uma vez que através destes seria possível chegar até às pessoas que escreviam no blog.
Como é sabido, no dia 21 de Abril isso alterou-se. Três dos meus colegas foram despedidos. Nesse dia tive que tomar uma decisão: ou continuava ou parava de vez. No entanto, sabia que se continuasse as coisas iriam ser muito mais a sério. Decidi que deveria continuar e decidi que só de uma forma isso faria sentido: pondo os nomes às coisas e dando o meu próprio nome. Foi exactamente isso que fiz.
Uma vez que os despedimentos foram noticiados no Público e, posteriormente, alvo de um texto do deputado José Magalhães no suplemento Bits & Bytes, a visibilidade do blog cresceu de uma forma até aí inimaginável. Como é natural, surgiram mensagens de apoio, críticas, opiniões para todos os gostos. Tive sempre respeito por quem quis discutir de uma forma séria, mas tive também sempre o cuidado de nunca esquecer que a essência do blog eram os posts e não os comentários. Assim, continuei a escrever posts denunciando todas as ilegalidades de que tinha conhecimento.
Como é evidente, isto não agradou a muita gente. A algumas pessoas, reconheço-o, por razões legítmas, nomeadamente o seu brio profissional. Aliás, tendo isso em conta, fiz questão de esclarecer sempre que falava do departamento X e das pessoas Y W e Z. Outras, porém, não ficaram agradadas com os meus posts por razões muito menos meritórias, nomeadamente a defesa de um modo de estar na vida que, perdoem-me, já devia ter sido enterrado há umas dezenas de anos. Para bem da humanidade, diga-se.
Um dia dei por mim farto de andar a "entreter esclarecidos". Achei que o "Diário", infelizmente, só servia para debates que, sinceramente, não me interessam para nada. Resolvi não voltar a escrever no blog.
Durante os dias em que estive ausente da blogosfera, através de comentários e de emails, pude perceber que muitas pessoas julgavam que tinham sido os comentários malcriados que me tinham feito parar. Essas pessoas pensavam que era disso que eu estava farto. Não era. Eu estava farto dos "esclarecidos". Aliás, por isso mesmo é que, já o referi, já dei o que tinha a dar para esse peditório.
Quantos aos comentários malcriados, ou aos destinados simplesmente a (perdoem-me a expressão) "meter nojo", com esses sempre lidei bem, até porque, felizmente, tenho a educação suficiente para o fazer e, por outro lado, tenho a amplitude mental necessária para arrumar cada coisa no seu lugar, ou seja, só dar importância às coisas que o merecem.
Passado algum tempo percebi que não podia deixar de escrever no "Diário". Se é certo que sentia que andava a "entreter esclarecidos", mais certas eram duas coisas: por um lado, ao receber todas as mensagens de apoio que me foram dirigidas, compreendi que não era apenas para esclarecidos que escrevia. Por outro lado, ainda que assim viesse a ser, o "Diário" tem uma personalidade própria, um caminho seu, não pode parar porque, infelizmente, por vezes parece estar muito mais mal acompanhado do que só...
Foi assim que decidi regressar. Regressar para fazer aquilo que desde há meses tenho vindo a fazer: denunciar o que tem que ser denunciado.
É isso que continuarei a fazer.
Agora, as férias aproximam-se. Pela minha parte, ainda faltam alguns dias para as mesmas. No entanto, mesmo nessa altura, irei certamente encontrar um cybercafé para poder publicar um ou outro post, e para poder continuar a par de todos os desenvolvimentos do "Diário de um Jornalista".
Bom trabalho ou boas férias (conforme os casos) e até breve!

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quinta-feira, julho 22, 2004

Nova Etapa II 

Uma nova etapa que começou, outra que continua.

A partir de hoje, este Diário voltará a ter disponível o seu sistema de comentários. O motivo é apenas um e muito simples. Temos recebido dezenas de e-mails por dia neste endereço de e-mail e não conseguimos responder a todos eles, em tempo útil. Muitas são as questões que nos são colocadas; extensas são as nossas respostas. Algumas delas muito semelhantes. Por isso, decidimos voltar a colocar os comentários neste espaço, para assim evitarmos responder, a mais do que uma pessoa, a mesma coisa.

A partir de agora (independentemente de continuarem a enviar e-mails ou não), poderão deixar os seus comentários neste espaço. Escusado será dizer que as ofensas, linguagem obscena entre outros, não serão tidos em conta. Apenas um pedido nosso: identifiquem-se, por favor e abstenham-se de baixarias. Tão simples quanto isso.

O debate quer-se sério e a troca de ideias e de opiniões só resulta se se utilizar uma linguagem correcta e ordeira. Para além disso, continuamos a aceitar, aqui ou através de e-mail, todas as dúvidas, sugestões e informações.

Um abraço a todos,

Joel Pinto e Ricardo Simães

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quarta-feira, julho 21, 2004

Life Goes On... 

Faz hoje, precisamente, três meses que fomos despedidos, sem justa causa, do jornal matutino onde trabalhávamos. 

Traçando um pequeno e ainda curto balanço desta minha/nossa experiência, posso dizer que a vida continua e corre sobre rodas. Em menos de três meses, eu, o Sérgio a Dina já nos encontramos a trabalhar; três meses depois, os projectos não param de aparecer; três meses depois, a vida continua-nos a sorrir-nos. O início foi difícil; confesso-o. Trabalhámos e não recebemos os nossos vencimentos por parte dos responsáveis do PJ e o facto foi que tivemos que aguentar as nossas despesas. Toda a gente as tem, quanto mais não seja a nossa alimentação. Mesmo assim, cá continuamos. 

A semana passada decidi perder o amor a 50 cêntimos e lá contribuí para encher um pouco mais os bolsos daquele "grupo empresarial". Não tomei mais um cafezinho naquela tarde solarenga e decidi comprar a edição do dia daquele que (dizem) é, um jornal de referência no nosso país. Já foi, mas pronto... E lá fui eu passear até à praia, com o PJ debaixo do braço. O jornal, a mesma coisa de sempre; nada de novo: textos da Lusa, fotos do arquivo e pouco mais. O suplemento temático que acompanhava a edição, lá vinha, no meio. A capa, em papel de jornal normal, fazia antever que o comercial não atingira as verbas necessárias para que o dito cujo saísse em papel couché. De imediato, olhei para a ficha técnica do referido suplemento. O director (infelizmente) continua a ser o mesmo, como continuam a ser os mesmos os três editores. Na "redacção e fotografia", nomes novos. Ainda por lá constam alguns (poucos) jornalistas do meu tempo, mas muitos deles são novos. E continuarão a ser, sempre, cada vez que o calendário chega ao fim do mês. Muito poucos serão os que por lá ficam mais do dois, três meses. 

Nesse suplemento temático, vejo uma entrevista, no mínimo caricata, com o presidente da direcção do Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho, mais conhecido como IDICT. Ora, teve que ser esta entidade a fornecer-nos, a mim, ao Sérgio e à Dina, a declaração de situação de desemprego, declaração esta que os nossos ex-patrões se recusaram a passar. Mas neste país onde tudo corre mal e cada um faz o que bem lhe apetece, nada me espanta. Pior, esta entidade não faz o que está nos seus estatutos e ainda está a contribuir para encher os bolsos dos infractores. 

Para além disso, está já marcada a data, junto do Tribunal do Trabalho do Porto, para a primeira tentativa de conciliação com a administração do PJ. Aquilo que nós pedimos é pouco, simples e que nos pertence por direito: o salário do mês de Abril, subsídios de férias e de Natal, assim como uma indemnização por despedimento sem processo disciplinar. Quanto ao alegado processo de difamação que, alegadamente, nos iria ser instaurado por termos difamado, aqui neste mesmo espaço, a "nossa" entidade patronal, até à presente data, ainda ninguém foi intimado pelo Ministério Público. 

A pouco menos de uma semana para o fim do mês e, com o mês de Agosto à porta, irei ficar um pouco ausente deste blog. A verdade é que, também eu tenho direito a umas merecidas férias... 

P.S.: A todas aquelas pessoas que nos têm contactado, quer para os nossos e-mails pessoais, quer para o endereço de e-mail deste Diário, a pedir algumas explicações, informamos que todos eles terão uma resposta. O nosso tempo não é muito mas, pouco a pouco, todas as perguntas terão as suas respostas.


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terça-feira, julho 13, 2004

Nova etapa 

Decidi regressar: apesar de estarem correctos os pressupostos que levaram à minha anterior decisão, penso que a conclusão que tirei não foi a correcta. De facto, as conversas intelectualmente esclarecidas, os nichos de jornalistas ciosos de lugares adquiridos, não me interessam para nada, nem poderão ser um entrave no desígnio que eu, desde há meses, vi no "Diário": denunciar ilegalidades, relações empregadores - empregados profundamente viciadas.
No entanto, eu e os meus colegas decidimos implementar regras novas: não haverá espaço para comentários, passando a estar ao dispôr de quem quiser um e-mail deste diário (diariodeumjornalista@iol.pt). De resto, os posts continuarão a surgir com a periodicidade habitual e, como sempre, relatando factos que os autores deste blog consideram ser relevantes. Por último, e dando seguimento a uma ideia lançada nos comentários do post precedente, queremos abrir este blog a outras pessoas, qualquer que seja a sua área de actividade, que queiram denunciar todas as situações que configurem ilegalidades e abusos dos mais elementares direitos individuais. Evidentemente, o conteúdo de cada post será da exclusiva responsabilidade da pessoa que o escrever. De todas as formas, gostaríamos de notar que, numa primeira fase, esta "abertura" do Diário a outros bloggers será experimental. Ou seja, ao fim de algum tempo iremos avaliar os efeitos dessa experiência. Todas as pessoas que possam estar interessadas deverão entrar em contacto para o mesmo email (diariodeumjornalista@iol.pt), por forma a que o convite para poderem escrever no blog lhes seja enviado.
Por fim, um abraço a todas as pessoas que, de uma ou de outra forma, me fizeram sentir o seu apoio e solidariedade ao longo da última semana. Bem hajam todos!
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